Menina do Mato.
Menina do mato que sobe ladeira,
Menina amarela de pernas fininhas
Lá vai ela toda faceira,
Por entre veredas com olhos assombrados,
Menina do mato que pula porteira,
Levando uma trouxa de lavadeira.
Menina magrinha de cabelos assanhados,
Vestido de chita meio rasgado,
Mas, tem laços de fita e cinto bordado,
Menina do mato com sua bacia,
Subindo a ladeira com muita alegria,
Levando comida todos os dias,
Menina do mato que vive a sonhar,
Brincando de roda nas noites ao luar,
De boca de forno. de de-ma-vé,
Lá vem o Zezinho para ser seu par,
Ta na hora menina de se levantar
Menina sonhadeira, passando o café.
Menina faceira no mato a andar
Querendo ela pegar sabiá,
Nas horas de folga, ela faz danação,
No meio do mato por entre mangueiras,
Andando descalça nas lamaceiras,
Menina do mato pegando frieira.
Menina do mato que anda faceira,
Que carrega seus sonhos subindo ladeiras,
De vidas passadas brilha tua estrela,
Tens cara de anjo de boneca de cera,
Venceste as tormentas com justiça na mente
Menina do mato sois mesmo guerreira.
Para Raquel, memórias de infância no Anajá.
Teresina 13 de fevereiro de 2010
Da Neta.
Menina do mato que sobe ladeira,
Menina amarela de pernas fininhas
Lá vai ela toda faceira,
Por entre veredas com olhos assombrados,
Menina do mato que pula porteira,
Levando uma trouxa de lavadeira.
Menina magrinha de cabelos assanhados,
Vestido de chita meio rasgado,
Mas, tem laços de fita e cinto bordado,
Menina do mato com sua bacia,
Subindo a ladeira com muita alegria,
Levando comida todos os dias,
Menina do mato que vive a sonhar,
Brincando de roda nas noites ao luar,
De boca de forno. de de-ma-vé,
Lá vem o Zezinho para ser seu par,
Ta na hora menina de se levantar
Menina sonhadeira, passando o café.
Menina faceira no mato a andar
Querendo ela pegar sabiá,
Nas horas de folga, ela faz danação,
No meio do mato por entre mangueiras,
Andando descalça nas lamaceiras,
Menina do mato pegando frieira.
Menina do mato que anda faceira,
Que carrega seus sonhos subindo ladeiras,
De vidas passadas brilha tua estrela,
Tens cara de anjo de boneca de cera,
Venceste as tormentas com justiça na mente
Menina do mato sois mesmo guerreira.
Para Raquel, memórias de infância no Anajá.
Teresina 13 de fevereiro de 2010
Da Neta.
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