Palmeira de coco babaçu, o babaçu é parte da flora nativa das matas do Piauí e Maranhão,principalmente das regiões de vales, elas começam a dá frutos apartir de 40 a 50 anos de idade e seguem frutificando até o fim da vida e normalmente vivem até mais de 120 anos.
O babaçu,é uma fonte importantíssima de alimentos para animais silvestres a para a industria alimenticia, pois suas amendoas produdem um saboroso óleo que é usado na alimentação humana, é tambem materia prima para a produção de varios produtos como: sabonetes,detergentes, sabão e ração animal.
Essa que vemos na foto encontar-se no Anajá, terra onde nasci, nas encostas dos morros próximo à casa de Odete, minha irmã de e José Luis, que segundo este, já tem aproximadamente uns 90 anos de idade.
As palmeiras de coco babaçu estam ameaçadas, pois do ponto de vista industrial a soja tem prioridade no Piauí e no Maranhão. Não existe investimento do governo para o aproveitamento do babaçu e as industrias que existem aqui são poucas, não há nenhum incentivo do governo que valorize o produto e muito menos no sentido de proteção dessa flora, que a cada dia vai sendo retirada, , arrancadas de extensas áreas dando lugar aos pastos para gado, plantação de soja,ou eucalipto, o que vem causando grande prejuizo ambiental à biodiversidade nesses estados do Nordeste.
Entendo que se essas palmeiras que levaram 50 anos para chegar na fase adulta sendo retiradas, mesmo com um reflorestamento levaremos meio século para termos novamente um palmeira produzindo.
As palmeiras de coco babaçu estam ameaçadas, pois do ponto de vista industrial a soja tem prioridade no Piauí e no Maranhão. Não existe investimento do governo para o aproveitamento do babaçu e as industrias que existem aqui são poucas, não há nenhum incentivo do governo que valorize o produto e muito menos no sentido de proteção dessa flora, que a cada dia vai sendo retirada, , arrancadas de extensas áreas dando lugar aos pastos para gado, plantação de soja,ou eucalipto, o que vem causando grande prejuizo ambiental à biodiversidade nesses estados do Nordeste.
Entendo que se essas palmeiras que levaram 50 anos para chegar na fase adulta sendo retiradas, mesmo com um reflorestamento levaremos meio século para termos novamente um palmeira produzindo.
Teresina, 18 de setembro de 20 Babaçu
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